segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Quando Deus manda

Hoje pela manhã li um 'conto' muito interessante que gostaria de compartilhar:

"Certo dia, durante a programação de uma emissora, ligou para a rádio uma senhora que estava passando por momentos muito difíceis. Aproveitando aquela oportunidade, ela resolveu fazer seu apelo: -Estou passando por uma grande prova. O desemprego bateu à minha porta, tenho filhos pequenos, meu esposo está fazendo alguns serviços extras, porém a renda não é suficiente. Se algum irmão puder me ajudar com quaquer alimento, eu ficaria muito grata; Aquilo
que Deus tocar em seu coração, eu agradeço e será de grande ajuda.
E ali ela aproveitou para dar seu endereço.
Entretanto, no momento desse apelo, um homem ateu estava ouvindo a programação e disse: -É hoje que eu mostro que Deus não se importa com ninguém!
Então, ele se dirigiu para o mercado e fez toda aquela compra. De tudo comprou, e em dobro. Chegou em casa e disse para duas pessoas que trabalhavam com ele: -Vocês vão até a casa desta senhora. Vão entregar esta compra e, quando ela perguntar quem mandou, vocês vão dizer que foi o diabo. O diabo é quem está enviando esta compra.
Aqueles dois homens seguiram rumo à casa da senhora. Bateram palmas e ela, humilde, atendeu. Eles disseram: -Viemos trazer esta compra para a senhora. -Entrem, por favor. Vão colocando aqui...
E ali descarregaram tudo. E a senhora disse: -Que Deus abençoe. Muito obrigado, muito obrigado mesmo!
E aqueles dois homens pararam, olharam um para o outro e sussurraram: -Será que ela não vai perguntar quem mandou a compra?
E o outro respondeu: -Não sei... estranho, né?
Então o primeiro, com todo o seu atrevimento, perguntou:
-Ei, você não vai perguntar quem mandou esta compra?
E a senhora, com muita sabedoria, respondeu: -Eu não, porque quando o meu Deus manda, até o Diabo obedece..."



PS. Chamei esta estória de 'conto' porque, pra falar a verdade não sei se é um caso real ou não. Provavelmente não seja, mas ainda assim é uma bela estória que faz a gente pensar.
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